O termo tendência deriva do latim tendentia, significando “tender para”, “inclinar-se para” ou ser “atraído por”. Segundo Dario Caldas, diretor da empresa Observatório de Sinais (e outro autor brasileiro muito bacana!), relata que tendência no sentido em que conhecemos ao que se refere a antecipação de tendências (aquilo que leva a agir de uma determinada maneira) foi de uso raro até o séc. XIX, retomada pela linguagem científica, atribuída aos estudos da psicologia.
O significado mais explorado para o termo tendência foi “construção de uma visão de futuro”, já que é imperativo que o homem especule o que está por vir, pois a previsão é uma forma de controlar a vida e confrontar a experiência de morte que trazemos em nosso inconsciente.
A previsão de tendências surgiu após a Segunda Guerra Mundial, visando a otimização da produção industrial, onde foi intensificado o desenvolvimento da tecnologia da confecção, por volta de 1930. Em 1950 foi criado o Comitê de Coordenação das Indústrias da Moda, na França, com o objetivo de fornecer à indústria têxtil indicações precisas e coerentes sobre as tendências.
O conceito do estudo de tendências para o âmbito empresarial em geral (não apenas para a indústria da moda) foi difundido a partir dos anos 90, período fundamentado pelas importantes transformações no mercado mundial, tendo como marco o Relatório Popcorn, de Faith Popcorn, considerada uma das maiores futurólogas dos EUA.
No Brasil o estudo de tendências na esfera de mercado que atenda às indústrias de modo geral ainda é tímido, e com grande direcionamento para a moda, embora esteja em expansão.
O significado mais explorado para o termo tendência foi “construção de uma visão de futuro”, já que é imperativo que o homem especule o que está por vir, pois a previsão é uma forma de controlar a vida e confrontar a experiência de morte que trazemos em nosso inconsciente.
A previsão de tendências surgiu após a Segunda Guerra Mundial, visando a otimização da produção industrial, onde foi intensificado o desenvolvimento da tecnologia da confecção, por volta de 1930. Em 1950 foi criado o Comitê de Coordenação das Indústrias da Moda, na França, com o objetivo de fornecer à indústria têxtil indicações precisas e coerentes sobre as tendências.
O conceito do estudo de tendências para o âmbito empresarial em geral (não apenas para a indústria da moda) foi difundido a partir dos anos 90, período fundamentado pelas importantes transformações no mercado mundial, tendo como marco o Relatório Popcorn, de Faith Popcorn, considerada uma das maiores futurólogas dos EUA.
No Brasil o estudo de tendências na esfera de mercado que atenda às indústrias de modo geral ainda é tímido, e com grande direcionamento para a moda, embora esteja em expansão.
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